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O Código Florestal determina a obrigação de preservar áreas sensíveis e de se manter uma parte da vegetação original no interior das propriedades rurais.
Publicado originalmente em 1934, passou por mudanças ao longo dos anos, tendo um segundo sido publicado em 1965, contudo conserva o ponto central a proteção do patrimônio ambiental brasileiro.
A necessidade de manutenção deste código deve-se principalmente ao fato da constante discussão sobre temas ligados a meio ambiente e assuntos a ele relacionado. São preocupantes os altos índices de desmatamento em todo o território. Segundo a última pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em junho deste ano, aponta que a Mata Atlântica perdeu 88% da sua cobertura original (bioma mais afetado), o Cerrado 49,1%, a Caatinga 45,6%, a Amazônia estudada separadamente em 2011, teve 14,83% da sua área desmatada.
Seu principal objetivo, não é rivalizar ruralistas e ambientalistas, que defendem suas posição no que diz respeito às normas a serem aprovadas, e sim equilibrar da melhor maneira possível a “terra” destinada a produção agrícola e a outra para o reflorestamento da mata nativa.
Fonte: aqui


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